quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Quando cai a chuva do amor

Era pequenininho e arisco. Dividia a vida dura com a mãe e os dez irmãos em uma pequena cidade do interior onde a luta pela sobrevivência era o desafio diário. Um dia descobriu que a vida poderia ser ainda mais dura, pois além das privações suas de cada dia teria que conviver com uma doença terrível que tomava o seu corpinho. A miséria, aliada à falta de informações e ao desconhecimento total da gravidade da situação, certamente significaria uma batalha perdida pelo pequeno guerreiro.

Mas quem disse que os anjos de Deus não andam por todos os lugares com suas redes salvadoras, tecidas com amor e abnegação?


 A tristeza e o medo no olhar eram tão evidentes que feriam olhos e corações. Em que parte da sua caminhada havia perdido o sorriso e a esperança? Seus anjos começam um trabalho de formiguinha, ganhando a confiança, trazendo pequenas gotas de colorido à sua vida.

Ganhou, além de uma nova chance, o resgate da sua infância perdida em meio  à vida dura. Ganhou tantas tias, atenção, beijos e carinho, que se podia vislumbrar a esperança em seu rostinho.



No meio dos afagos e brinquedos foi descobrindo a infância esquecida, mesmo em meio a um tratamento difícil e doloroso.







Quem o vê agora percebe que uma parte de si foi devolvida, a parte mais importante, mais linda:






Se tudo tem um propósito, talvez tudo isso tenha servido para te resgatar e mostrar que tudo pode ser mais bonito e colorido. Que o amor pode ser o remédio mais eficaz.  Que os anjos que te resgataram têm tanto brilho no olhar que puderam devolver o que você havia perdido sem ao menos se dar conta.

Termina logo a sua batalha, menino. A vida te espera como o pote no fim do arco-íris! Vem correr, jogar bola, fazer arte, dar cambalhota. Vem cantar e nos encantar. Eis que você nasce agora.

sábado, 12 de novembro de 2011

De ditaduras e liberdades

 
"Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:

- Desculpe-me, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?

E o chinês responde:
- Sim, geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!"
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Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que o ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Nunca julgue. Apenas compreenda.
  
Partindo do ensinamento desse pequeno grande texto, me pego pensando no quanto somos ditadores em relação aos outros. Ditamos formas de agir, de vestir, de falar e até mesmo de pensar. Ainda que não seja uma ditadura escancarada, não deixamos de achar que o nosso padrão de comportamento é o exemplo para a humanidade...Em maior ou menor escala, não estamos livres da porção hitleriana que nos cabe.
Outro dia ouvi de uma pessoa que quem não usa sites de relacionamento para fazer o bem nem deveria tê-los. Oi?????? E daí se a pessoa os usa para trabalhar, namorar, falar bobagem? Quem decide o que é certo ou errado?
Quem nunca julgou intimamente uma roupa, uma forma de falar, uma atitude? Só porque não estavam de acordo com o nosso modo de pensar, que "por acaso"  não é o centro da sabedoria...
Em tempos onde liberdade de expressão, democracia e respeito são as palavras da vez, penso que precisamos promover essa revolução dentro de nós mesmos primeiramente. Saber ouvir, concordar ou discordar sem atirar pedras, pondo o respeito sempre à frente de qualquer argumentação. Enfim, Pace et Sapere...

sábado, 22 de outubro de 2011

Eis a diferença

Faça a diferença...Isso que não nos deixa desistir...

O que mais impressiona nas fotos abaixo, não é a beleza que eles ficaram, mas sim a mudança do olhar  de cada um deles!! Percebam que o amor que se dedica a um animal abandonado é retribuído com seu olhar de felicidade e gratidão eterna!!!

Fotos de cachorros adotados (Antes e depois)  

No Brasil, embora não haja uma estatística oficial, o número de animais deve ultrapassar 300 mil simplesmente “jogados fora” e abandonados à própria sorte. E, o que é pior: 85% (oitenta e cinco por cento) morrem nos primeiros 20 dias, a maioria por acidentes de trânsito.

NÃO COMPRE, ADOTE!